terça-feira, 31 de agosto de 2010

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Miss Cake e Scrapaper by Erica!!!

Gente estou simplesmente babando... Quando essas duas se juntam dá isso abaixo reparem nos detalhes que capricho, fico imaginando a carinha de uma criança que ganha uma festa assim, e os convidados? Tem muito mais nos blogs, Scrapaper by Erica e Misses Cake passem por lá e fiquem horas tem muita coisa para olhar, mas se  preparem  é tuuuudo muito lindo!!!



Os convites...


As mesinhas dos convidados: detalhe para o peso para guardanapos (hamburguer de borracha!).


A barraquinha (se eu não montasse teria uma síncope!). Ela ainda está montada aqui no meu quintal e as meninas estão adorando brincar com ela!



Bolo cenográfico: as crianças amaram!!!



Cupcakes em formato de hamburguers!


Biscoitos em formato de batata frita!




Tabela de preços.


Lembrancinhas para matar a fome de criatividade!









Texto Original e Imagens: Scrapaper by Erica

Quartos de Crianças - Meninos

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Meu 1º antiguinho!


Não sei se com você é assim, mas quando entro em antiquários e me deparo com  móveis "antigos", nem tanto assim... Só o dobro da minha idade talvez, dá um nó na garganta que nem conto! Coisas de Patrícia-lembra-de-tudo-com-detalhes-dá-sua-infância, consigo sentir o cheiro do armário do quarto da minha avó Ruth, naftalina com cheiro de doce (bananada, pirulito, bombom)  guloseimas guardadas na parte usada por meu avô Jorge (mania herdada) abria uma caixa de bombom e colocava no alto de nossas cabeças para que pegássemos o chocolate sem escolher o dito cujo (não herdada) eu detestava o de banana e se fosse ele, tinha jeito não: " Come o que se tem para comer!

"Ops!!! O Dan, nosso pequeno e novo explorador (começou a engatinhar, meio que se arrasta ainda, mas já esta comendo o que se tem: papel deixe me socorre-lo aqui!

Bom voltando... Essa era sua fala corriqueira quando se tratava de “comestíveis”. Sentada à mesa de pés de metal e fórmica bege rajadinha de marrom escuro e cadeiras iguais, a história era sempre a mesma, um pouquinho no prato de tudo que tinha, abóbora, espinafre, agrião - que horror, naquela época ( nem imagino – “ou sim” meus filhos assentados à mesa da casa do meu avô materno, teriam que comer: Oh, se não! Sem falar do silêncio que se instaurava após o agradecimento à Deus pelo alimento, interrompido, é claro, pelas crises de risos que  começavam do “nada” e para acabarem, só depois de uma bronca “tudo”. Meus Deus como isso era bom... Ai, ai o pior mesmo era a Emulsão Scott e o Sulfato Ferroso, ainda hoje tenho arrepios! Agora o melhor, hum... As “bolinhas” de homeopatia, que virávamos o vidrinho na boca as escondidas. 
Mas tínhamos que ter essa compensação, vocês não acham? Rede não era para balançar e sim para descansar. As goiabeiras, cajueiro, mangueiras e abacateiros eram para macacos, gente só comia fruta tirada com vara (com latinha amarrada na extremidade).
Ah, mas tinha também um santo descanso,( Meu avô tá dormindo, falava ao telefone... Dormindo não menina, descansando! Afinal dormir depois do almoço com certeza deveria ser coisa de preguiçoso.) esse sim era providência divina, era o tempo que precisávamos, entrava em ação então as macaquices, e que vara e lata que nada, afinal a goiaba mais gostosa era a que era colhida na surdina enquanto a outra vigiava o descanso! Vez ou outra calculávamos mal, subir era fácil descer nem sempre, o cajueiro que o diga, fiquei horas procurando coragem para pular e não à encontrei, bronca na certa e a ajudinha do avô para descer!
Que nostalgia... louvo à Deus pela memória, perdê-la seria simplesmente deixar quase de existir. São nossas lembranças boas e porque não as não tão boas assim, que dão sentido a história de cada um.
Quando nos reunimos meus tios ficam horas contando como era na época deles e mesmo escutando, as vezes, as mesmas histórias, amo. Vovô nasceu no Brasil, mas seus pais vieram da Síria, ele foi educado com costumes diferentes que rendem boas risadas.
Essa introdução toooooda  pra contar que ganhei meu 1º móvel novo/velho, de presente de níver de casamento, alguns por aqui sabem da minha paixão por eles, na verdade fixação, acho que porque não herdei nenhum de família (Sniff, eu queria, pois esses estão empreguinados de história da gente, deu pra entender?)
Mas isso não é problema estou tratando de fazer história para um dia meus filhos estarem contando as deles, e o pequeno explorador, que não me dá folga, tá me olhando com cara de quem quer me dizer: “Salva tudo logo mãe, vou  apertar o botão! Pra quê um botão tão reluzente?
Então deixo mais lembranças para depois, afinal também tem a casa dos avós paternos, que não tinha armário com goluseimas, era simples muito mais simples, mas tinha um fogão à lenha(ainda vou ter um, se Deus quiser) e latas de  biscoitos feitos nele, e o doce de mamão, feitos por meu avô Firmino?
Mas isso é história para outro post...

Bem, meu móvel é grandão e cabe até menino na hora do esconde-esconde, mas isso não quero que contem, não!

Olha ele aí, peladinho por enquanto:






































Um fim de semana abençoado para vocês!

Beijos,


Patrícia