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segunda-feira, 22 de março de 2010
Saquinho para Acondicionar Ovinhos de Páscoa/Corujinha
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Páscoa
OBEDIÊNCIA: A BOA ÁRVORE
Mateus
7:15-27
A igreja está cheia de impostores, afirmam algumas pessoas de dentro e de fora da igreja. O Senhor Jesus afirmou que o joio e o trigo crescem juntos. Como saber se uma pessoa é um falso ou um cristão verdadeiro? Existem vários critérios, mas sem dúvida, um dos mais decisivos é a obediência a Cristo e à sua palavra. “Por que me chamais Senhor, Senhor e não fazeis o que vos mando?” (Lc 6.46). O verdadeiro cristão não seleciona o que deve obedecer.
A motivação para obediência é desejo de agradar a Deus. Obedecer habitualmente à Palavra de Deus é um sinal de maturidade cristã. Quando as pessoas dizem que são seguidoras de Cristo, mas estão desinteressadas em obedecer a Palavra de Deus, elas se tornam escândalo e tropeço para o evangelho, pois se tornam mentirosas diante de sua afirmação de fé. A obediência se baseia no amor (Jo 14.21).
Quem nos capacita a obedecer a vontade de Deus é o Espírito Santo. No momento em que uma pessoa se converte, recebe um novo coração – coração disposto a obedecer. E é o Espírito, no controle de nossas vidas, que nos habilita a agradar a Deus.
Ore
Senhor, nem todo aquele que invoca o nome de Cristo será salvo, mas sim os que fazem a tua vontade. Anseio, pois, produzir frutos de arrependimento. Em Cristo. Amém.
Pense
Quais frutos você tem produzido em casa, no trabalho, na faculdade ou na igreja?
A igreja está cheia de impostores, afirmam algumas pessoas de dentro e de fora da igreja. O Senhor Jesus afirmou que o joio e o trigo crescem juntos. Como saber se uma pessoa é um falso ou um cristão verdadeiro? Existem vários critérios, mas sem dúvida, um dos mais decisivos é a obediência a Cristo e à sua palavra. “Por que me chamais Senhor, Senhor e não fazeis o que vos mando?” (Lc 6.46). O verdadeiro cristão não seleciona o que deve obedecer.
A motivação para obediência é desejo de agradar a Deus. Obedecer habitualmente à Palavra de Deus é um sinal de maturidade cristã. Quando as pessoas dizem que são seguidoras de Cristo, mas estão desinteressadas em obedecer a Palavra de Deus, elas se tornam escândalo e tropeço para o evangelho, pois se tornam mentirosas diante de sua afirmação de fé. A obediência se baseia no amor (Jo 14.21).
Quem nos capacita a obedecer a vontade de Deus é o Espírito Santo. No momento em que uma pessoa se converte, recebe um novo coração – coração disposto a obedecer. E é o Espírito, no controle de nossas vidas, que nos habilita a agradar a Deus.
Ore
Senhor, nem todo aquele que invoca o nome de Cristo será salvo, mas sim os que fazem a tua vontade. Anseio, pois, produzir frutos de arrependimento. Em Cristo. Amém.
Pense
Quais frutos você tem produzido em casa, no trabalho, na faculdade ou na igreja?
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domingo, 21 de março de 2010
Saquinho para Acondicionar Ovinhos de Páscoa
VIVENDO PARA A GLÓRIA DE DEUS
1 Coríntios
10:23-33
A glória de Deus é a soma de todos os seus atributos. É a sua plena perfeição. A glória de Deus nós vemos nos céus, na terra, na salvação, na vida cristã, na promessa da volta de Cristo, em toda dimensão em que Deus opera. A glória de Deus não pode ser acrescentada ou diminuída, mas como criaturas de Deus podemos dar glória a ele e demonstrar sua glória. Esta é a razão e o sentido da vida humana. Qualquer outra base para a existência gera cansaço e fracasso espiritual.
Você só pode glorificar a Deus a partir do momento que entrega sua vida a Cristo. Vir a Cristo é glorificar a Deus. Deus é glorificado quando nos humilhamos e confessamos a Jesus como Senhor. Se você quiser dar glória a Deus, comece desta forma. Isto significa: sacrificar o próprio eu e a glória pessoal; preferir a Deus acima de tudo o mais: dinheiro, fama, honra, sucesso, amigos, lazer, sexo, família, ministério; ficar contente em realizar a vontade de Deus, a qualquer custo. O objetivo final do homem é glorificar a Deus. O resultado final de viver para a glória de Deus é a intensa alegria no coração.
Ore
Pai, tu fizestes todas as coisas a fim de que estas lhe rendam glória. A criação demonstra seus atributos! Mas eu também desejo proclamar a glória do Senhor. Amém.
Pense
“Foi ele quem nos fez” (Salmo 100.3). Foi Deus quem nos deu vida e tudo que temos.
A glória de Deus é a soma de todos os seus atributos. É a sua plena perfeição. A glória de Deus nós vemos nos céus, na terra, na salvação, na vida cristã, na promessa da volta de Cristo, em toda dimensão em que Deus opera. A glória de Deus não pode ser acrescentada ou diminuída, mas como criaturas de Deus podemos dar glória a ele e demonstrar sua glória. Esta é a razão e o sentido da vida humana. Qualquer outra base para a existência gera cansaço e fracasso espiritual.
Você só pode glorificar a Deus a partir do momento que entrega sua vida a Cristo. Vir a Cristo é glorificar a Deus. Deus é glorificado quando nos humilhamos e confessamos a Jesus como Senhor. Se você quiser dar glória a Deus, comece desta forma. Isto significa: sacrificar o próprio eu e a glória pessoal; preferir a Deus acima de tudo o mais: dinheiro, fama, honra, sucesso, amigos, lazer, sexo, família, ministério; ficar contente em realizar a vontade de Deus, a qualquer custo. O objetivo final do homem é glorificar a Deus. O resultado final de viver para a glória de Deus é a intensa alegria no coração.
Ore
Pai, tu fizestes todas as coisas a fim de que estas lhe rendam glória. A criação demonstra seus atributos! Mas eu também desejo proclamar a glória do Senhor. Amém.
Pense
“Foi ele quem nos fez” (Salmo 100.3). Foi Deus quem nos deu vida e tudo que temos.
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sábado, 20 de março de 2010
O mundo Não é Maternal.
(Martha Medeiros)
'É bom ter mãe quando se é criança, e também é bom quando se é adulto.
Quando se é adolescente a gente pensa que viveria melhor sem ela, mas é um erro de cálculo.
'É bom ter mãe quando se é criança, e também é bom quando se é adulto.
Quando se é adolescente a gente pensa que viveria melhor sem ela, mas é um erro de cálculo.
Mãe é bom em qualquer idade. Sem ela, ficamos órfãos de tudo, já que o mundo lá fora não é nem um pouco maternal conosco.
O mundo não se importa se estamos desagasalhados e passando fome. Não liga se virarmos a noite na rua, não dá a mínima se estamos acompanhados por maus elementos. O mundo quer defender o seu, não o nosso.
O mundo quer que a gente fique horas no telefone, torrando dinheiro.O mundo não se importa se estamos desagasalhados e passando fome. Não liga se virarmos a noite na rua, não dá a mínima se estamos acompanhados por maus elementos. O mundo quer defender o seu, não o nosso.
Quer que a gente case logo e compre um apartamento que vai nos deixar endividados por vinte anos. O mundo quer que a gente ande na moda, que a gente troque de carro, que a gente tenha boa aparência e estoure o cartão de crédito.
Mãe também quer que a gente tenha boa aparência, mas está mais preocupada com o nosso banho, com os nossos dentes e nossos ouvidos, com a nossa limpeza interna: não quer que a gente se drogue, que a gente fume, que a gente beba.
O mundo nos olha superficialmente. Não consegue enxergar através. Não detecta nossa tristeza, nosso queixo que treme, nosso abatimento. O mundo quer que sejamos lindos, sarados e vitoriosos para enfeitar ele próprio, como se fôssemos objetos de decoração do planeta. O mundo não tira nossa febre, não penteia nosso cabelo, não oferece um pedaço de bolo feito em casa.
O mundo quer nosso voto, mas não quer atender nossas necessidades. O mundo, quando não concorda com a gente, nos pune, nos rotula, nos exclui. O mundo não tem doçura, não tem paciência, não pára para nos ouvir.
O mundo pergunta quantos eletrodomésticos temos em casa e qual é o nosso grau de instrução, mas não sabe nada dos nossos medos de infância, das nossas notas no colégio, de como foi duro arranjar o primeiro emprego. Para o mundo, quem menos corre, voa. Quem não se comunica se estrumbica. Quem com ferro fere, com ferro será ferido. O mundo não quer saber de indivíduos, e sim de slogans e estatísticas. Mãe é de outro mundo. É emocionalmente incorreta: exclusivista, parcial, metida, brigona, insistente, dramática, chega a ser até corruptível se oferecermos em troca alguma atenção. Sofre no lugar da gente, se preocupa com detalhes e tenta adivinhar todas as nossas vontades, enquanto que o mundo propriamente dito exige eficiência máxima, seleciona os mais bem-dotados e cobra caro pelo seu tempo.
Mãe também quer que a gente tenha boa aparência, mas está mais preocupada com o nosso banho, com os nossos dentes e nossos ouvidos, com a nossa limpeza interna: não quer que a gente se drogue, que a gente fume, que a gente beba.
O mundo nos olha superficialmente. Não consegue enxergar através. Não detecta nossa tristeza, nosso queixo que treme, nosso abatimento. O mundo quer que sejamos lindos, sarados e vitoriosos para enfeitar ele próprio, como se fôssemos objetos de decoração do planeta. O mundo não tira nossa febre, não penteia nosso cabelo, não oferece um pedaço de bolo feito em casa.
O mundo quer nosso voto, mas não quer atender nossas necessidades. O mundo, quando não concorda com a gente, nos pune, nos rotula, nos exclui. O mundo não tem doçura, não tem paciência, não pára para nos ouvir.
O mundo pergunta quantos eletrodomésticos temos em casa e qual é o nosso grau de instrução, mas não sabe nada dos nossos medos de infância, das nossas notas no colégio, de como foi duro arranjar o primeiro emprego. Para o mundo, quem menos corre, voa. Quem não se comunica se estrumbica. Quem com ferro fere, com ferro será ferido. O mundo não quer saber de indivíduos, e sim de slogans e estatísticas. Mãe é de outro mundo. É emocionalmente incorreta: exclusivista, parcial, metida, brigona, insistente, dramática, chega a ser até corruptível se oferecermos em troca alguma atenção. Sofre no lugar da gente, se preocupa com detalhes e tenta adivinhar todas as nossas vontades, enquanto que o mundo propriamente dito exige eficiência máxima, seleciona os mais bem-dotados e cobra caro pelo seu tempo.
Mãe é de graça.
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