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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Decorando com Pouca Grana/ Casamentos

Potes de vidros de alturas variadas, cola de tecido em spray, renda ou um tecido de trama aberta que não desfie com facilidade.
É só passar a cola, aderir o tecido ajeitando com a mão para que fique uniforme, cortar as sobras  e deixar secar por 24h antes de usar, coloque as velas dentro acenda e faça a festa!

DIY project by Beth Helmstetter


quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Cuidados com as luzes de Natal



A Fundação Internacional de Segurança Elétrica recomenda que você mantenha distância de coisas como cabos de extensão e disjuntores vendidos em lojas com preços muito baixos. Além disso, procure marcas conhecidas e confiáveis quando comprar produtos como esses. Olhar os rótulos também pode ajudar. Erros de ortografia ou trechos mal escritos são sinais de que o produto que você está pensando em comprar foi fabricado por uma empresa pouco séria.

No Brasil, os testes para determinar a segurança de um produto são realizados pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), uma autarquia federal.

Em casa, pegue leve com o fornecimento de energia. Não é difícil calcular a quantidade de energia que está sendo exigida de suas tomadas, e fazer esse cálculo pode evitar um incêndio. As luzes de Natal geralmente têm baixa voltagem, vindo com um total em torno de 25 watts para 50 lâmpadas. Se o seu circuito pode suportar até 2 mil watts dentro do limite de segurança de 80%, não há problemas - é mais provável que a claridade de tantas lâmpadas queimem os seus olhos antes de queimar sua tomada elétrica. Porém, outros aparelhos, usam muito mais eletricidade do que as luzes de Natal. Simplesmente desligar um aparelho quando ligar o outro pode diminuir o risco de incêndio elétrico. E certifique-se de desligar todas as decorações antes de dormir.

Também é uma ótima idéia dar uma boa olhada na fiação dos aparelhos que você vai usar nesta época de Natal. Fiação corroída ou desgastada é um aviso de que você deve substituir o aparelho em que a fiação está ligada. O isolamento de borracha serve para reduzir a produção de calor e eliminar as centelhas. Quando não está presente, o risco de incêndio aumenta muito. Também procure adaptadores antigos que não encaixam bem na tomada. Eles também podem causar fagulhas, o que é ruim quando a tomada está perto de uma árvore de Natal cheia de seiva inflamável.

Por fim, não é possível dizer quantas coisas você pode ligar em uma tomada elétrica antes que ela pegue fogo, a não ser que sejam analisados casos isolados. E não é uma boa idéia fazer suas próprias experiências em casa. Em vez disso, essa época de Natal é boa para se familiarizar com as especificações elétricas de sua casa e dos aparelhos elétricos que você conecta em suas tomadas. Preste atenção no número de itens que você liga em um circuito elétrico e, se for o caso, deixe as decorações extras no sótão este ano. Caso contrário, as castanhas em sua cozinha podem acabar assadas no fogo, propositalmente ou não.
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fonte: Blog Natalino

domingo, 16 de agosto de 2009

Luminária Dram

A Luminária Dram da agência de design canadense Propellor Design é linda, não?

Composta por mais de 120 copos de diversas cores a luz emitida por ela é difusa e gera efeitos visuais distorcidos e irreais.

Além de luminárias, móveis e projetos de design de interiores.

Vale á pena conferir: Propellor.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Iluminação

Iluminação - Sabendo comprar, você não vai errar!!

Como fazer um bom projeto de iluminação
Mesmo quem é do ramo precisa de uma luz na hora de escolher lâmpadas. São muitas opções de marcas, modelos e promessas nas prateleiras das lojas. O melhor, recomendam os entendidos, é saber direitinho o que você está procurando. No jargão luminotécnico, há vários nomes complicados que mostram a quantidade e a qualidade da luz produzida pela lâmpada. Um deles é o IRC, sigla para Índice de Reprodução de Cor. Quanto mais próximo de 100 é o IRC, menos distorção nas cores essa luz vai produzir. Onde a cor certa for fundamental, o índice deve ser no mínimo de 80%.
Dinheiro no bolso
Se a preocupação for economia, a informação preciosa é o de eficiência luminosa - quanto menos energia medida em watts o equipamento gastar para produzir maior fluxo luminoso, melhor. Outra característica importante para avaliar o custo-benefício é a durabilidade da lâmpada, geralmente identificada como "vida útil" nas embalagens. O problema é que nem sempre os rótulos trazem o rol de informações para apagar todas as dúvidas. Aí vale apelar para regras gerais e básicas. As incandescentes têm bom IRC, ganham disparado em preço, mas perdem em vida útil e eficiência para as fluorescentes, que, por sua vez, têm evoluído cada vez mais em qualidade de luz. Antigamente, elasdeixavam tudo meio azulado. Pois hoje estão conquistando as casas que prezam a conta bancária. Para ter uma idéia, as lâmpadas ocupam o terceiro lugar no ranking de consumo de energia numa residência comum, perdendo apenas para o chuveiro e a geladeira. Nesse quesito, as fluorescentes largam mesmo na frente. Elas são mais caras, mas, segundo uma pesquisa do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), o consumo sai até 79% mais em conta que o das incandescentes. Outra artimanha para baixar a conta de luz é usar o dimmer. Esse equipamento, que permite graduações conforme o gosto do freguês, requer uma adaptação tão fácil quanto instalar um interruptor comum. Ele costuma fazer sucesso especialmente no quarto das crianças e no living. Sua utilização, no entanto, está restrita às incandescentes. Versatilidade com diversidade Há mais que incandescentes e fluorescentes nas gôndolas dos supermercados. As lâmpadas halógenas, por exemplo, são duráveis e reproduzem bem as cores, mas alguns modelos esquentam o que estiver no caminho do facho de luz. Um bom emprego para elas é no projeto de paisagismo, destacando os pontos altos do jardim. Mas lembre-se de que precisam de refletores adequados e devem ter proteção contra as intempéries.Para qualquer ambiente, caso tenha faltado um bom projeto luminotécnico quando você comprou o imóvel ou procedeu à reforma, o melhor a fazer, agora, é combinar diferentes tipos de lâmpada. O resultado será um espaço bem mais versátil. --------------------------------------- fonte: Casa Abril

domingo, 29 de março de 2009

Luzes!

O toque de uma decoração é a iluminação; é ela quem dá o tom final

Para enólogos e afins

A decoração de um ambiente vai muito além da escolha do mobiliário, tecidos, cores e texturas. Ela é responsável pelo clima, pelo aconchego e para o efeito que se pretende dar em determinado momento. Isso porque iluminar é nada mais do que criar um ambiente cenográfico. Com ela é possível dar destaque para um objeto de arte, para uma determinada planta no jardim, para criar uma situação romântica ou mesmo invernal. Pode ainda, dar um clima de festa. Enfim, para cada situação, um projeto luminotécnico específico. É portanto, o agente de percepção e compreensão dos ambientes.

Há no mercado inúmeras formas, modelos e cores de iluminação, por meio de luminárias, abajures, plafons, pendentes, spots entre outros. Além disso, há diversas opções de lâmpadas que além de deixar as residências e até mesmo os escritórios, têm a vantagem de consumir menos energia. Veja abaixo, as dicas do gerente de marketing da Startec, Walter Fioretto Campagnare, sobre os tipos de lâmpadas e sua utilização.

  • Dicróica – Possui 90 de IRC – índice de Reprodução de Cores -, 4 mil horas de tempo de vida, além de potentes emissores de luz de alto brilho, em diversas tonalidades de cores e podem ser utilizadas em ambientes decorativos, residencial e comercial.

  • Fluorescente – Possui de 60 a 90 de IRC; 12 mil horas de tempo de vida, é limitada por baixa potência, além de possuir tonalidade de iluminação branca e amarela. Pode ser utilizadas em estúdios e escritórios. Em residências pode ser utilizada em cozinhas, lavanderias e escritórios.

  • Halógena – Apresenta 100 de IRC e possui de 2 a 4 mil horas de tempo de vida. Gasta mais energia, mas oferece mais potência luminosa, possui tonaldiade de iluminação branca e amarela. Pode ser utilizada em todos os ambientes da casa, inclusive para destaque de pontos ou objetos específicos, na iluminação indireta ou na criação de efeitos especiais.

  • candescente – Possui 100 de IRC e 1.000 horas de tempo de vida. Gasta mais energia se comparada com a lâmpada eletrônica; entretanto possui menor preço. Apresenta tonalidade de iluminação amarela e pode ser utilizada em ambientes residenciais, com pouca iluminação. As incandescentes leitosas são fontes difusas, elas têm muita aplicabilidade em luminárias decorativas.

  • Lâmpada Par – Possui 100 de IRC e uma média de 6 mil horas de vida. Trata-se de uma lâmpada refletora, com preciso facho de luz, muito brilho e definição. Apresenta diversas cores na tonalidade de iluminação amarela e pode ser utilizada para criar concentrações de luz em vitrines, jardins e iluminação pública.

  • LED – O Led possui 70 de IRC e uma média de 2 a 4 mil horas de tempo de vida. Com preço salgado, ela ilumina pouco. Apresenta diversas tonalidades de cores e pode ser utilizada em ambientes de decoração.

Via Primeiramão