sexta-feira, 15 de maio de 2009

O Círculo da Tolerância

Um famoso senhor com poder de decisão, gritou com um diretor da sua empresa,porque estava com ódio naquele momento. O diretor, chegando em casa, gritou com sua esposa, acusando-a de que estava gastando demais, porque havia um bom e farto almoço à mesa. Sua esposa gritou com a empregada que quebrou um prato. A empregada chutou o cachorrinho no qual tropeçara. O cachorrinho saiu correndo, e mordeu uma senhora que ia passando pela rua, porque estava atrapalhando sua saída pelo portão. Essa senhora foi à farmácia para tomar vacina e fazer um curativo, e gritou com o farmacêutico, porque a vacina doeu ao ser-lhe aplicada. O farmacêutico, chegando à casa, gritou com sua mãe, porque o jantar não estava do seu agrado. Sua mãe, tolerante, um manancial de amor e perdão, afagou-lhe seus cabelos e beijou-o na testa, dizendo-lhe: Filho querido, prometo-lhe que amanhã farei os seus doces favoritos. Você trabalha muito, está cansado e precisa de uma boa noite de sono. Vou trocar os lençóis da sua cama por outros bem límpidos e cheirosos para que você descanse em paz. Amanhã você vai sentir-se melhor. E abençoou-o, retirando-se e deixando-o sozinho com os seus pensamentos. Naquele momento, rompeu-se o CÍRCULO DO ÓDIO, porque esbarrou-se com a TOLERÂNCIA, a DOÇURA, o PERDÃO e o AMOR. Se você está ou se colocaram você em um CÍRCULO DE ÓDIO , lembre-se de que com TOLERÂNCIA, DOÇURA, PERDÃO e AMOR pode-se quebrá-lo. Fonte: www.evol.com.br

ENTRE QUATRO PAREDES

Quando vocês ficarem irados, não pequem. Apaziguem a sua ira antes que o sol se ponha. 
Efésios 4:26 
 Muita gente enfrenta o seguinte dilema: “Eu sei que meu casamento parece um modelo de sucesso, mas entre as quatro paredes do meu castelo particular, a vida é muito diferente.” Esse é o dilema de muitos casais. Através dos anos, visitei lares que aparentemente viviam em plena harmonia, mas na realidade eram uma panela de pressão no fogo, por causa da ira acumulada. A ira é um sentimento legítimo, segundo o ensino da Bíblia. É natural que algumas coisas provoquem nossa ira, nossa indignação. Muitas vezes, uma conversa sincera que até vira discussão, pode aliviar a “ira justa”. Paulo diz: “Quando vocês ficarem irados, não pequem. Apaziguem a sua ira antes que o sol se ponha.” Em outras palavras, os casais devem ter como prioridade o compromisso de resolver a sua ira. A “ira pecaminosa” pode matar os nossos sentimentos de amor uns pelos outros. Ela pode matar a autoconfiança. Algumas pessoas passam pela vida aleijadas emocionalmente porque cresceram com pais irados. A ira pecaminosa constrói um muro não apenas entre nós e os outros, mas entre nós e Deus. Por isso, devemos pedir que Deus perdoe a nossa ira, e pedir ao Espírito que amoleça nosso coração. Ore Santo Espírito, transforma o coração daqueles que guerreiam contra a “ira pecaminosa”. Dá a eles a graça de buscarem ajuda. Livra-nos do pecado, e ajuda-nos a perdoar. Em nome de Jesus. 
Amém. Pense A ira é um sentimento legítimo que, se não for corretamente tratado, pode acabar com outros sentimentos.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Eu vim te visitar

Um dia, o pastor lhe perguntou o que fazia (pois havia objetos de valor na Igreja). Venho orar, respondeu o velho. - Mas é estranho! Disse o pastor. - Que você consiga orar tão depressa. - Bem. Retrucou o velho. - Eu não sei recitar aquelas orações compridas, mas todo dia, ao meio-dia, eu entro na Igreja e só falo: "Oi Jesus, eu sou o Zé, vim te visitar." Num minuto, já estou de saída. É só uma oraçãozinha, mas tenho certeza que Ele me ouve. Alguns dias depois, o Zé sofreu um acidente e foi internado num hospital e, na enfermaria, passou a exercer uma influência sobre todos: os doentes mais tristes se tornaram alegres, muitas risadas passaram a ser ouvidas. - Zé! Disse-lhe um dia a irmã. - Os outros doentes dizem que você está sempre tão alegre... - É verdade, irmã, estou sempre tão alegre. É por causa daquela visita que recebo todo dia. Me faz tão feliz. A irmã ficou atônita, pois já havia notado que a cadeira encostada na cama do Zé estava sempre vazia. O Zé era um velho solitário, sem ninguém. - Que visita? A que hora? - Todos os dias. Respondeu Zé, com um brilho nos olhos. - Todos os dias, ao meio-dia, Ele vem ficar ao pé da cama. Quando olho para Ele, Ele sorri e diz: -Oi, Zé, Eu Sou Jesus, Eu vim te visitar".

Fábula das três árvores

Havia, no alto da montanha, três pequenas árvores que sonhavam o que florestaseriam depois de grandes. A primeira, olhando as estrelas, disse: - Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. Para tal, até me disponho a ser cortada. A segunda olhou para o riacho e suspirou: - Eu quero ser um grande navio para transportar reis e rainhas. A terceira árvore olhou o vale e disse: - Eu quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto que, as pessoas ao olharem para mim, levantem seus olhos e pensem em Deus.

Muitos anos se passaram, e certo dia vieram três lenhadores e cortaram as três árvores, todas muito ansiosas em serem transformadas naquilo com que sonhavam. Mas lenhadores não costumam ouvir e nem entender sonhos! Que pena! A primeira árvore acabou sendo transformada num cocho de animais, coberto de feno. A segunda virou um simples e pequeno barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias. E a terceira, mesmo sonhando em ficar no alto da montanha, acabou cortada em altas vigas e colocada de lado em um depósito. E todas as três se perguntavam desiludidas e tristes: - Para que isso? Mas, numa certa noite, cheia de luz e de estrelas, onde havia mil melodias no ar, uma jovem mulher colocou seu neném recém-nascido naquele cocho de animais. E de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo! A segunda árvore, anos mais tarde, acabou transportando um homem que acabou dormindo no barco, mas quando a tempestade quase afundou o pequeno barco, o homem se levantou e disse: “PAZ”! E num relance, a segunda árvore entendeu que estava carregando o rei dos céus e da terra. Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Logo, sentiu-se horrível e cruel. Mas, logo no domingo, o mundo vibrou de alegria e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado um homem para salvação da humanidade, e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de seu filho Jesus Cristo ao olharem para ela. As árvores haviam tido sonhos…

Mas as suas realizações foram mil vezes melhores e mais sábias do que haviam imaginado.

Temos os nossos sonhos e nossos planos que, por vezes, não coincidem com os planos que Deus tem para nós; e, quase sempre, somos surpreendidos com a sua generosidade e misericórdia. É importante compreendermos que tudo vem de Deus, acreditarmos, termos fé, pois Ele sabe muito bem o que é melhor para cada um de nós.

O JOGO DA CULPA

“Foi a mulher que me deste por companheira que me deu do fruto da árvore, e eu comi”.
Gênesis 3:12 
 Recentemente me pediram para me encontrar com um casal que estava com o casamento em frangalhos. A esposa gastou meia hora explicando o que havia de errado com seu marido. Quando ela terminou, o marido fez uma lista de como a sua esposa o havia desapontado. Eles estavam fazendo o conhecido “jogo da culpa”, inventado por Adão há muitos anos quando culpou sua mulher e disse a Deus: “Foi a mulher que me deste por companheira que me deu do fruto da árvore, e eu comi”. Quando as coisas não são o que deveriam ser, precisamos nos perguntar: “O que eu fiz para causar esta ruptura no nosso casamento?”. “O que eu devo fazer para que as coisas melhorem?”. Se não começarmos a olhar e a apontar o dedo para nós mesmos, não haverá cura. Em quase todo casamento em crise, as duas partes têm culpa; e, para que haja renovação, duas pessoas são necessárias. Devemos olhar para nós mesmos e pedir ao Espírito Santo que abra nossos olhos para os nossos próprios erros. Podemos descobrir que, comparado ao cisco no olho do nosso cônjuge, temos uma trave no nosso próprio olho (Mateus 7:4). Devemos primeiro tirar a trave do nosso olho antes de tentar tirar o cisco do olho do outro. Ore Senhor, muitos de nós somos especialistas em jogar a culpa nos outros. Ajuda-nos a olhar para nós mesmos com honestidade, e dá-nos força e sabedoria para mudar o que precisa ser mudado. Em nome de Jesus. Amém. Pense Antes de querer mudar o outro,
preciso, primeiro, querer mudar a mim mesmo. cadadia.com